Haikaa ganha prêmio da ONU!

Existem muitos meios para vivermos uma vida plena e positiva e sabemos que uma das coisas mais importantes é, sem dúvida, ter paz e se relacionar com pessoas que enriquecem e ampliam nossos horizontes e é por isso que a equipe do Vox fica muito feliz em trabalhar com a Haikaa, um artista que tem realmente uma mensagem para levar às pessoas, que toca o coração e que possui verdade em suas músicas e composições.

Para Haikaa, suas canções são um fim assim como um meio. São um fim porque ama compor. Junto com o seu parceiro Mercuri, sente que tem um vislumbre da paz ao transformar suas emoções, suas contradições e seus paradoxos em melodia. São um meio porque através de suas canções procura atuar na construção de um mundo mais pacífico.

Como ativista da Paz, Haikaa criou diversos projetos com objetivos distintos. Usou sua canção “Heart to Heart” para arrecadar fundos para a UNICEF, “Turn On The Dark” para falar sobre os problemas ecológicos causados pela iluminação artificial e “Work of Art” para promover a celebração da diversidade.

No projeto “Work of Art Global Project” gravou a sua canção “Work of Art” em 20 idiomas com a participação de mais de 40 colaboradores ao redor do mundo. Gravou um vídeo com trechos da canção em várias línguas e por esse trabalho recebeu menção honrosa da United Nations Alliance of Civilizations, órgão das Nações Unidas que promove a diversidade. Veja o vídeo aqui: http://goo.gl/xm562B

Além disso, o projeto também virou um livro chamado: “What is Diversity” que pode ser encontrado no site da Amazon: http://goo.gl/TbQ88Y

Vale a pena acompanhar e conferir o trabalho da Haikaa, uma mulher que ganha cada vez mais espaço no mundo da música, das relações humanas e que trabalha por um mundo melhor.


Entrevista com Dra Glaucya mostra a importância de unir a fonoaudiologia e a preparação vocal

A Dra. Glaucya Madazio é fonoaudióloga e concedeu uma entrevista para o Vox Music, contando como foi o período que tratou da voz da Sandra Barros. Uma pessoa que passou de problemas na fala a uma cantora amadora, que até mesmo gravou um videoclipe no Vox Music para homenagear um familiar. Confira

Vox Music: Dra Glaucya, nos fale um pouco da importância de se trabalhar a voz falada no auxílio e desempenho para a voz cantada, sabemos que esse foi um dos trabalhos realizados com a Sandra , certo?
Dra. Glaucya: O instrumento básico da voz falada e da voz cantada é o mesmo. Assim, acredito que se houver uma alteração na voz falada ela deve ser tratada para poder refletir também na qualidade da voz cantada. Quanto melhor a voz falada, melhor o desempenho da voz cantada. É mais difícil trabalhar com a técnica e com o aperfeiçoamento da voz cantada se as condições básicas de produção da voz não estiverem em equilíbrio. Um trabalho de condicionamento da musculatura laríngea favorece a performance da voz, em qualquer circunstâncias.
Em relação à Sandra, a queixa vocal dela foi a voz falada. Portanto, o trabalho de reabilitação vocal foi totalmente voltado para a recuperação da voz falada. Com a voz falada melhor, ela se desafiou a desenvolver também a voz cantada. Especificamente nesse caso, seria muito difícil trabalhar com o canto dela, se a voz continuasse debilitada, com rouquidão, ar e pouca projeção, dificultando inclusive as interações sociais e relacionamento interpessoal.

 

Vox Music: E a voz cantada foi trabalhada por outra profissional? Vc poderia nos falar sobre essa parceria unindo duas forças?
Dra. Glaucya: Assim que a Sandra comunicou o desejo de fazer a gravação de uma música, solicitei ajuda da minha sócia, a fonoaudióloga Claudia Pacheco, que possui também habilidades de canto. A Sandra não queria ser cantora, apenas gravar uma música para dar de presente. Eu trabalhei com questões fisiológicas, de equilíbrio muscular, e a Claudia com a parte artística, ajustes de ressonância e afinação. Temos vários clientes que são atendidos no CEV em parceria, é uma prática comum dentro da nossa empresa. Acreditamos que pessoas diferentes com um ideal comum só podem ajudar o cumprimento da meta.

 

Vox Music: Após o trabalho realizado pelas fonos como vocês escolheram fazer a gravação da música?
Dra. Glaucya: A seleção de um estúdio de gravação para que nossa paciente pudesse gravar a música escolhida se deu em função de já termos visto trabalhos anteriores do Vox Music. Sabemos da competência desse estúdio na gravação de músicos e cantores profissionais, mas o que chamou nossa atenção foi o cuidado com a gravação e edição de áudios e vídeos de cantores amadores. O Vox Music atendeu a todas as expectativas durante a gravação de nossa cliente e o resultado foi excelente.
Parabéns pelo trabalho de vocês! O cuidado com a Sandra fez toda a diferença!
E que venham outros desafios para trabalharmos juntas.

 

Vox Music: O que você sentiu ao ver e ouvir o clipe da Sandra ?
Dra. Glaucya: O clipe da Sandra me deixou profundamente emocionada. O resultado ficou lindo, sem dúvida nenhuma. O que mais me encantou foi o desenvolvimento da ideia, a execução do processo e o desafio que ela se colocou. Uma mulher forte, determinada, que não mediu esforços para alcançar seu objetivo. Merece todo o meu reconhecimento, meu orgulho e meu aplauso.


Entrevista com João Batista

Conheça um pouco mais do João Batista que deu uma entrevista ao Vox e contou sobre o começo da sua carreira, inspirações e próximos projetos:

 

Vox Music Studio: João, onde você nasceu e onde mora atualmente?

João Batista: Nasci na cidade de Vargem Bonita, localidade de Campina da Alegria-SC, e atualmente resido em Pato Branco-PR.

 

Vox Music Studio: Quais são os cantores e compositores que te influenciaram?

João Batista: Cantores os quais me influencia são Miltinho Rodrigues, José Rico e o Matogrosso, os quais acredito serem os melhores de todos os tempos do sertanejo.

 

Vox Music Studio: Para você, qual o maior ídolo sertanejo. Por que?

João Batista:  Meu maior ídolo é o Zé Rico pelo talento, voz e por tudo que representou para a música sertaneja com sua arte. 

 

Vox Music Studio: Como foi a experiência de gravar o clipe da música Boemia de Paulino?

João Batista: Uma experiencia única de uma música que fala de um tema eterno as desilusões e angustias que se materializaram nessa bonita letra.

 

Vox Music Studio: Para você qual o modão mais bonito! Já gravou ou vai gravar?

João Batista: São diversas, mas uma música que gosto muito se chama mensagem do além do Milionário e José rico que um dia pretendo regravar.

 

Vox Music Studio: Qual foi a importância de começar nos festivais para sua carreira? Recomenda?

João Batista: Os festivais nos anos 70, 80 e 90 eram praticamente a unica oportunidade para os artistas desconhecidos mostrarem seu trabalho e assim eu participei de inúmeros festivais ganhando primeiro lugar em mais ou menos 80 vezes ora em duplas ou solo. Essa experiencia me dá muita segurança para encarar grandes plateias. 

 

Vox Music Studio: Conte um pouco sobre o projeto Voz de Ouro, é na linha do  sertanejo clássico?

João Batista: O projeto Voz de Ouro tem uma proposta de resgatar o estilo modão do sertanejo clássico, que atualmente tem poucos representantes, devido a invasão do estilo universitário que há anos domina o mercado. Assim trazemos algumas regravações de sucessos antigos e outras música inéditas sempre fiéis ao estilo modão.  

 


Conheça a Pianista Juliana D’Agostini

A Juliana D’Agostini é uma pianista com um talento incrível, tem sido reconhecida como uma das mais importantes pianistas brasileiras da atualidade. Ela está com novos projetos e em breve teremos novidades. Fizemos uma entrevista com ela para conhecer um pouco mais da sua carreira, confira:

 

Vox Music Studio: Juliana, como e quando começou seu interesse pela música?

Juliana: Comecei a estudar piano aos cinco anos e nunca parei. Meu interesse pela música sempre existiu. Meus primeiros concertos profissionais com orquestras foram quando tinha dez anos.

 

Vox Music Studio:  Qual sua formação e instrumentos que toca além do piano?

Juliana: Toco apenas piano. São de seis a oito horas de estudo por dia. Na área erudita não é comum tocar mais de um instrumento devido à carga horária de estudo. Sou formada em piano pela Universidade de São Paulo. 

 

Vox Music Studio: Quais são suas inspirações?

Juliana: No erudito grandes pianistas como Martha Argherich, Maria João Pires e Mitsuko Uchida. No popular Diana Krall e Elton John.

 

Vox Music Studio: Quão importante você considera a música para as pessoas e por que?

Juliana: A música está em todos os lugares. Na minha opinião é a mais completa das artes, que desperta todos os sentidos.

 

Vox Music Studio: De todos os prêmios que você ganhou qual o que você considera o mais importante?

Juliana: Os que perdi (risos), já que me incentivaram a estudar mais para vencer os próximos concursos!

 

Vox Music Studio: Poderia nos contar um pouco dos seus projetos para o futuro?

Juliana: Este semestre estou lançando meu quarto álbum erudito, com obras de Stravinsky e Fauré. 


Conheça a Liliana Bollos musicista e professora

Hoje a entrevista é com a incrível Liliana Bollos uma tremenda artista que tem um trabalho extenso tanto na educação quanto na música popular, as mãos que tocam nesse vídeo é dela e como você pode perceber o talento é indiscutível.

 

Ela é pianista, professora e pesquisadora. Tem graduação em música (performance em piano- jazz) e é bacharel e licenciada em letras pela USP, além disso tem mestrado em Música Popular e Ciência do Jazz  e doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP e autora de vários livros. Veja a entrevista que ela deu para o Vox Music Studio:

Vox Music Studio: Liliana, nos diga o que te levou para a música:

Liliana: Iniciei na música bem menina, aos 5, quase 6 anos por causa de minha mãe q tinha estudado piano e tinha um piano em casa. Tive uma professora muito amorosa, dona Irce Seixas.

 

Vox Music Studio: Conta como é ser pianista, as coisas boas e os ossos do ofício de ter esse instrumento no seu dia a dia.

Liliana: Viver de música não é simples. Escolher o que fazer dentro da carreira também não é simples, por isso é importante estudar, pesquisar e ter experiência. Com o tempo vai saber se nasceu para isso ou vai para outra área.

 

Vox Music Studio: Você é casada com o guitarrista Fernando Corrêa e juntos têm alguns trabalhos musicais, fale um pouco desses projetos.

Liliana: Casamos em 1989 e fomos estudar jazz na Áustria em Graz. Lá fizemos a graduação e mestrado. Gravamos o CD em contraste. No Brasil montamos o Quarteto Sonoro com os músicos Daniel Allain (flauta) e Sergio Schreiber (violoncelo) e gravamos o CD Sonoridades. Trabalho lindo. Percorremos várias escolas públicas no estado de SP, inclusive as que eu estudei em São Sebastião da Grama. Veja no meu site.

 

Vox Music Studio: O que te motiva a ministrar aulas e workshops?

Liliana: Adoro lecionar, é uma troca constante.

 

Vox Music Studio: Nos conte mais da sua família musical, sei que tem gente nova já fazendo música, não é?

Liliana: Meu filho Igor, 19 anos, é guitarrista e está estudando música, com certeza ele vai seguir a profissão!

 

Vox Music Studio: Você que começou tão cedo na música, recomenda que a partir de qual idade a criança deve começar o estudo da música? Dê uma dica pros pais que tem filhos que se interessam na área.

Liliana:  Considero muito importante o estudo da música para qualquer pessoa, e quanto mais cedo melhor, a música ajuda na sensibilização da criança, principalmente. Os jovens de hoje não tiveram música nas escolas, desde 1971 foi abolido da escola a aula de música e isso, na minha opinião, foi um empobrecimento muito grande. Dificilmente vemos jovens que têm facilidade em afinar uma melodia sequer, então, mesmo pra quem não pretende ser músico, estudar música é sempre muito importante para qualquer idade e quanto antes começar melhor.


Tutti Baê entrevista o ator Augusto Garcia

1. Augusto, quando nós nos conhecemos, você estava fazendo a oficina de atores dirigida pelo Roberto Bomtempo. Como foi essa experiência para você e qual a importância para o ator de participar de oficinas?
Foi muito interessante… Principalmente por me dar a oportunidade de conhecer o Bomtempo. Ele conseguiu fazer na Record uma oficina muito próxima da realidade da gravação. O ator conseguia sair dela pronto para o trabalho. Também fiz a Oficina da Globo em 2005.

2. Qual é o seu objetivo em estudar e aperfeiçoar-se na técnica de canto?
Cantar. Vi na nossa oficina que o canto pode ser intuitivo para muita gente. Mas existe esperança para os miseráveis como eu… Trabalhando e estudando muito a voz acaba indo para o lugar e a música chega. Meu interesse é comunicar-me com todas as ferramentas disponíveis no meu corpo.

3. Como está sendo fazer a novela “Cúmplices de um Resgate” no SBT? Qual o principal desafio em interpretar o Pastor Augusto?
Todo personagem tem sua dificuldade. O pastor é muito diferente de mim. Além do estudo da religião, tive que assistir a muitos pastores pregando. Eu sei da responsabilidade de interpretar um líder religioso. Procuro fazer o meu melhor com muita seriedade.

4. Como foi a mudança do Rio de Janeiro para São Paulo? Foi fácil ou difícil a adaptação?
São cidades complementares. O Rio se tornou minha cidade natal. Foi a cidade que mais me ensinou a ser o que sou. Uma cidade maravilhosa. São Paulo é incrível. Uma megalópole cosmopolita. Estou gostando cada dia mais. A adaptação foi mais fácil porque minha esposa veio comigo. Então me senti em casa o tempo todo.


Tutti Baê entrevista o Marcão da Banda Bula

1. De onde vem o nome banda Bula? Qual o significado?

A palavra Bula tem alguns significados importantes pra mim. Acredito no poder de cura e transformação através da música. Bula também vem do termo “bula pontifícia” que era aquele carimbo de cera usado na Idade Média para selar os compromissos mais sérios da sociedade. E o nosso principal compromisso de vida é a própria música.

2. Conte um pouco sobre a formação da banda Bula. Qual o conceito da banda?

Nós somos essencialmente uma banda de rock, constituída por guitarras, baixo, bateria e voz. Eu e André nas guitarras, Lena Papine no baixo e Pinguim Ruas na bateria. Trazemos para a nossa música toda a diversidade de sons que provêm da música alternativa, podendo ser eletrônica, clássica ou uma pegada mais caiçara, da praia, como o ragga.

3. Qual o repertório da banda Bula? Vocês se inspiram na banda Charlie Brown ou a banda Bula tem o seu repertório próprio?

Nós temos o nosso próprio repertório. Lançamos em 2015 “Não Estamos Sozinhos”, nosso primeiro disco que conta com 13 faixas autorais que traduzem a minha visão de mundo em um período da minha vida em que tudo ficou de ponta cabeça. A música muitas vezes acaba sendo uma fotografia de um momento que você vive. A tensão que eu passei naquele período de turbulência emocional, perda, recomeço e muita espiritualidade acabou sendo um valioso combustível, e a música foi minha melhor terapia, em alguns momentos o meu estúdio virou um divã de psiquiatria.

4. Fale um pouco da nova música em parceria com o Chorão que você lançou este ano.

A música “Ela Nasceu pra Mim” que fiz em parceria com o Chorão acabou sendo a maior herança do Charlie Brown Jr no disco. Fruto de uma explosão emocional típica em nossas composições, essa música nasceu em um ensaio de forma muito espontânea. Ele escreveu a letra e no final colocou uma dedicatória pra mim dizendo que estava muito feliz com o nosso novo som e pediu que eu guardasse o papel. Para mim é muito importante manter viva a nossa história, a nossa memória. Fizemos um trabalho incrível que vai ficar para as próximas gerações. Hoje a música está entre as mais pedidas nos shows e nas rádios rock, acho que a galera se identifica com o nosso DNA!

5. Sabemos da sua jornada como guitarrista. Como foi tornar-se a “voz” da banda?

Descobri no canto uma forma de extravasar ainda mais minhas emoções, dar voz aos sentimentos. Exige muita dedicação e é preciso ter o conhecimento que só um grande profissional pode oferecer. A Tutti Baê me ajudou muito a desenvolver meu potencial, lapidar a voz e a descobrir técnicas essenciais para a prática do canto. Ela soube enxergar o que eu tenho de melhor. Foi uma grande descoberta pra mim, um desafio delicioso!

6. O que você sentiu ao apresentar-se em grandes festivais de música do nosso país?

Senti uma conexão que até então não havia experimentado. Estava lá com meu primeiro disco e de repente muita coisa boa começou a acontecer. Foi surpreendente aonde chegamos. Tocar no Rock in Rio, Lollapalooza e outros grandes shows foi uma experiência única, uma surpresa maravilhosa!

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A coreógrafa Paula Peixoto Bonadio nos conta como foi fazer o clipe Hey Hey Hey do Lord F

Neste mês, tivemos a excelente oportunidade de entrevistar a coreógrafa Paula Peixoto Bonadio, que nos falou um pouco como foi fazer a preparação corporal e coreografar o Lord F no vídeo clipe Hey Hey Hey.

 

  1. Paula, sabemos que no mundo pop, rock, os artistas realmente levam os ensaios a sério e dedicam meses a isso. Como foi no caso do Lord F? Vocês iniciaram trabalhando a coreografia ou fizeram antes aulas de preparação corporal?

No caso do Lord F, como tínhamos tempo, começamos pela preparação corporal, para que o corpo dele entendesse os movimentos que viriam pela frente na coreografia. Primeiro eu introduzi uma movimentação para depois chegarmos aos ensaios de coreografia que, nesse caso, fizemos em conjunto, eu e o Lord! Fomos introduzindo os passos de acordo com a música para que ficasse tudo muito musical!

 

  1. Como foi trabalhar com o Lord F? Ele é disciplinado?

Trabalhar com o Lord F foi maravilhoso! Primeiro porque nos divertimos bastante, e segundo porque ele é um menino muito dedicado e estudioso! Tudo o que eu passava de dever de casa para ele estudar os movimentos e entender a dinâmica, no ensaio seguinte ele sempre chegava me surpreendendo!!

 

  1. Quanto tempo levou para ser gravado o clipe?

Bom, do tempo de preparação até o dia da gravação acho que foram uns 6 meses! E no dia do clipe ele mandou muitooo bem, então foi fácil!

 

  1. Conta pra gente: o Lord F leva todo o seu staff nos ensaios com você? Babá, mordomo e os cachorros vão também?

No caso dos ensaios de coreografia, não, pois tudo isso junto iria atrapalhar um pouco! Imagina o Pierre e a Perry tentando acompanhar nossos passos, ia ser uma bagunça louca! Rs

 

  1. Depois de tanto trabalho para fazer o clipe, qual a sua sensação ao assisti-lo?

Assistir não só ao clipe, mas ao amadurecimento dele como artista me dá um orgulho enorme, pois não é nada fácil para o artista cantar, dançar e interpretar ao mesmo tempo. E ele soube dominar muito bem todas essas coisas juntas!! Ele merece todo o sucesso do mundo!!!!

 

Para quem ainda não viu o vídeo clipe Hey Hey Hey, façam uma visita à nossa Áudio e Videoteca.

 

 


Webster Santos – conheça o músico, o artista e um ser humano muito especial

Conheça um pouco do multi-instrumentista baiano Webster Santos: sensibilidade, muito swing, muita sofisticação, sorriso aberto, coração. E agora “Sem Fronteiras”….

Fala um pouco para gente do CD “Sem Fronteiras”.

“Sem Fronteiras” é o meu primeiro disco solo como artista. Ele foi concebido diante da necessidade de me expressar e contribuir para a arte. Após ganhar o prêmio do PROAC, eu consegui concretizá-lo.

Temos a impressão de que você já nasceu tocando. Como foi o seu primeiro contato com a música?

A minha família tem várias pessoas que tocam instrumentos e minha mãe dava aula de piano, era formada em piano. E eu ganhei meu primeiro violão com oito anos idade.

Como foi o processo de adaptação quando veio da Bahia para São Paulo?

São Paulo fascina qualquer nordestino e, no início, foi um processo normal de qualquer pessoa que chega numa cidade grande.

Mas como São Paulo oferece um contato com muitas veias artísticas, pois é um lugar que acolhe todo o Brasil, isso me pegou pelo pé e entrou em mim como um vírus.

Além do seu trabalho solo, você toca em bandas de grandes nomes, como a da Zélia Duncan. Como é essa experiência para você?

É de grande aprendizado e de grande desafio, pois eu tento atuar da melhor maneira possível, usar meus instrumentos para ser a ponte da arte deles.

Como é o Webster quando não está tocando? O que você gosta de fazer nos seus momentos livres?

Eu gosto de brincar com os filhos, gosto de ver filmes, de fazer atividade física. de comer bem…gosto de tudo que é bom.

Como ter nascido na Bahia influenciou a sua musicalidade?

Eu acho que nascer na Bahia me deu principalmente a mistura da colonização, a influência negra na música brasileira. Trouxe-me também o ritmo, o respeito e alegria de tocar.


Tutti Baê entrevista o músico e executivo de entretenimento Roberto Verta

Como é a rotina de um executivo de entretenimento?

Um dos aspectos mais emocionantes do nosso trabalho é justamente ter uma rotina que, por não seguir um padrão diário, talvez nem possa ser chamada de rotina. Não é como ir a um escritório todos os dias. Às vezes você está num estúdio de gravação ou de TV, ou em reuniões com seus clientes, entre eles os artistas, profissionais de produção, parceiros promocionais e de mídia. Enfim, não há tédio e não há um dia igual ao outro! Será que é tudo maravilhoso todos os dias? É claro que não e muitas vezes quando você fica na estrada com um artista estrangeiro por 10, 15 dias, a vida pessoal pode ficar em segundo plano. De qualquer forma, pode ser uma vida muito gratificante se você ama o que faz.

Você trouxe para o Brasil importantes artistas internacionais, tais como Madonna, Lady Gaga, U2, Kiss, Metallica, Coldplay, e muitos outros. Como foi a experiência de trabalhar com grandes estrelas?

Tive a oportunidade de trabalhar com esses e outros artistas durante meus anos na Time for Fun. Quando se trabalha com um artista internacional, que só vem ocasionalmente ao nosso mercado, você passa a ter uma visão mais próxima das razões que fizeram deles grandes astros, e isso é muito esclarecedor. Dos mencionados, Madonna, Kiss e Metallica, por exemplo, chamam a atenção pelo nível de profissionalismo e pela preocupação com o aspecto “espetáculo”, enquanto U2 e Coldplay pelas preocupações com os princípios filosóficos e musicais deles, que vão além do espetáculo e que trazem uma carga emocional a mais. Kiss e Metallica tratam seus fãs maravilhosamente bem e o Coldplay tem um clima bastante informal. Em outros casos, como Nirvana e Oasis, por exemplo, você vê a história do rock sendo escrita na sua frente! Em todos os casos mencionados, foram grandes shows e tenho muita sorte por ter contribuído de alguma forma para que eles acontecessem no Brasil.

O que tem te chamado mais atenção recentemente no cenário musical?

Penso que o Brasil, um país altamente musical e com grandes talentos, vive um momento em que o mercado pop é bastante focado em poucos gêneros musicais em detrimento ao rico aspecto multi-dimensional da cultura brasileira. Hoje em dia se você não está no mercado sertanejo, no funk carioca ou no mundo gospel (abrangendo vários gêneros), é bem provável que você, como músico, tenha problemas em ascender às mídias de massa e ao público em geral. Isso é uma grande pena porque o rock, a MPB, o hip hop, a música nordestina e outras cenas regionais, sempre foram bastante prolíficas e tem gente boa em todos os cantos do Brasil.

Sabemos que você está fazendo um novo CD e que tem um novo parceiro. Fale um pouco desse projeto para gente.

Fazer música pra mim é uma forma de me manter conectado com minha primeira paixão e aquilo que me definiu como pessoa e, consequentemente, como profissional. Tenho um projeto, chamado Bombshake, que é um grande caldeirão das nossas influências, que, de tão vastas, são até difíceis de definir em poucas palavras. Então, acho que fazemos um som com influências que vão de Mutantes a Nine Inch Nails, tomando como pano de fundo e catalisador, os instrumentos eletrônicos. Meu parceiro no Bombshake é Richard Kraus, com quem tive a banda Harry nos anos 80 e 90 e com quem me entendo musicalmente muito bem. Nosso disco sai em 2016, se tudo correr bem.

Como o Roberto artista lida com o Roberto executivo e vice versa?

Acho que você precisa, antes de mais nada, ter paixão por aquilo que faz, então, em ambas as situações, procurar fazer bem é o que importa. É óbvio que o artista às vezes precisa de um pouco do senso de objetividade do executivo e o executivo precisa ser um pouco artista, ter criatividade e entender o outro artista, para não virar um chato!!

Que dicas você pode dar para novos artistas e bandas?

Às vezes artistas novos me pedem conselhos e é difícil dar uma dica que sirva para todos. Porém, o que é comum a todos nós que queremos fazer música ou viver dela é o seguinte: com o avanço das tecnologias, tudo ficou mais fácil: gravar um disco é incrivelmente mais simples do que sempre foi e lançar um disco hoje em dia significa que você tem o mundo como mercado em função das redes sociais e do universo de possibilidades que elas oferecem. Por outro lado, ser encontrado nesse incrível mundo novo de música nova, é como achar uma agulha no palheiro. Então, tentando resumir um assunto que é bem complexo, acho que a verdade do seu trabalho é o que importa: seja você mesmo, tenha autocrítica e trabalhe duro. É um mundo nada fácil, mas as recompensas pra quem ama a música de verdade podem ser enormes!

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